O paradoxo da escolha é real: quanto mais opções sem hierarquia, mais difícil decidir. Em e-commerce, isso se traduz em navegação longa, sem conversão. O cliente visita 20 produtos, não consegue comparar com clareza, e fecha a aba.
Vitrines bem estruturadas resolvem isso com curadoria — criando hierarquia de intenção: "o que está vendendo mais", "o que combina com o que você está vendo", "o que as pessoas como você levam". Essa curadoria não reduz o catálogo — organiza o acesso a ele.
Duas categorias de vitrine têm impacto direto: vitrines inteligentes (que ordenam por intenção, margem ou popularidade) e vitrines infinitas (que mantêm descoberta sem "morrer" em paginação).